Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Renato Cruz

É melhor vender um produto ou um serviço?

" As vendas de aparelhos de Blu-ray, o sucessor do DVD, começam a avançar no Brasil e no mundo. Apesar disso, a tecnologia deve ter vida mais curta que seus antecessores. As fitas de VHS tiveram um ciclo de vida de mais de duas décadas, antes de serem desbancadas pelo discos digitais. O DVD chegou ao mercado na segunda metade da década passada, e só agora começa a ser substituído. O Blu-ray, no entanto, não deve ter a mesma sorte, pois chegou ao mercado praticamente ao mesmo tempo que seu sucessor: os filmes que podem ser baixados via internet." Mais aqui, no blog do Renato Cruz . Lendo essa notícia eu conluí duas coisas: Isso é que é concorrência no século 21: um produto compete diretamente contra um serviço! Eu to ficando é velho... Brincadeiras à parte, vale a pena a reflexão: o que é melhor vender? Um produto (o tocador de Blu Ray) ou um serviço (como o Video on Demand pela Internet)?

Vendas de 3G estagnaram. Qual a solução?

"A crise econômica prejudicou o crescimento dos celulares de terceira geração (3G) no mercado brasileiro. Mais de um ano após as empresas iniciarem campanhas agressivas de lançamento, os aparelhos com a nova tecnologia, que permite acesso rápido à internet, representam apenas 1,19% do mercado, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Para os analistas do setor, alguns fatores atrapalham os planos das fabricantes de aparelhos 3G. O consumidor não vê vantagens nos aplicativos que justifiquem pagar mais caro por eles em época de crise. A área de cobertura da nova tecnologia ainda é restrita. E a estratégia das operadoras para a tecnologia 3G é privilegiar as vendas dos modems - que permitem ligar o computador à internet via celular -, ao invés dos aparelhos." Mais aqui, no blog do Renato Cruz . O problema começou por um motivo simples: o 3G foi posicionado como uma alternativa de acesso a banda larga, competindo diretamente com serviços como Speedy e Virtua, sen...

Vendas no mercado de Tecnologia da Informação

"Qual foi o impacto da crise no mercado de tecnologia da informação no ano passado? “Não houve nenhum impacto”, garante o professor Fernando Meirelles (foto), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pela pesquisa anual sobre esse mercado, divulgada esta semana. Segundo o estudo, o Brasil atingiu em maio uma base instalada de 60 milhões de microcomputadores, o que corresponde a uma máquina para três habitantes. Em maio de 2008, eram 50 milhões. 'O vendedor de computadores não pode reclamar de 2008, e ainda não pode reclamar de 2009.'" Leia mais aqui, no blog do Renato Cruz. Olha só quanta oportunidade para vender. De cara e sem fazer força já visualizo pelo menos cinco: Software Serviços online Treinamento para uso de informática Suporte para todos estes equipamentos Acesso à Internet Eu acredito que a maior força da área de vendas está em perseguir as oportunidades que estão abertas no mercado , e não ficar esperando que elas batam à porta...

Venda de Notebooks em alta

As vendas de notebook tendem a crescer no Brasil, apesar da queda que as vendas de desktops terão. Eis aí uma bela oportunidade para quem está no varejo de tecnologia. E esse crescimento realmente não surpreende. Ele vem casado com várias tendências (desejo de mobilidade, maior penetração do 3G, melhor distribuição do produto no mercado, facilidade de compras através de parcelamento nas grandes redes de varejo) e culmina na chegada de novos fabricantes. Assim, realmente acredito que este crescimento é mais que tendência, é mercado que foi criado. Leia estes comentários do Renato Cruz e do Maurício Morgado para saber mais a respeito. Agora é arregaçar as mangas e ir à venda!!!

Lojas Próprias de Eletro Eletrônicos

" A Samsung criou a sua loja do Shopping Morumbi, em São Paulo, há três anos, sendo pioneira neste movimento no Brasil. "Nós usamos a loja-conceito como laboratório", disse Carlos Werner, responsável pela Diretoria de Marketing da Samsung. "Prestamos muita atenção no que o consumidor diz para a gente." Ele citou como exemplo os televisores brancos, que foram colocados primeiro na loja, para testar o interesse do cliente, antes de serem lançados comercialmente. "Se houver muito interesse em algum produto exposto, podemos até importá-lo, vendendo-o através de um dos parceiros. " Para saber mais, leia aqui no Blog do Renato Cruz e aqui para ler a reportagem no Estadão. Acredito que para a indústria ter uma loja própria é uma grande responsabilidade - uma experiência ruim do consumidor no PDV e lá se vai uma boa parte do investimento em marketing e brand equity - isso para não falar dos problemas de relacionamento com os varejistas, que sempre vêem a lo...

Venda de música online

"A boa notícia do ano passado ficou por conta do crescimento das vendas de música digital, pela internet e pelo celular. A venda de música digital aumentou 185%, chegando a R$ 24,3 milhões, o que representa 8% do mercado total. O celular responde por 76% do total, mas o avanço mais surpreendente foi o da comercialização de música pela internet, que passou de R$ 334 mil em 2006 para R$ 5,7 milhões. Este ano, a ABPD divulgou pela primeira vez os números oficiais de música digital no País." Mais aqui, no Blog do Renato Cruz. A venda de música é, sem dúvida, um dos modelos de negócios que mais tem que se reinventar com o advento da Internet. O vendedor que melhor conciliar o desejo do consumidor com a obtenção de receita, vai ganhar (lojas como o iTunes são uma opção, mas ainda longe do consenso). Quem se candidata?