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Varejo de Luxo amplia suas operações no Brasil

"Quem responderá pela operação comercial da marca [Marc Jacobs] no país será Natalie Klein – filha do dono das Casas Bahia, Michael Klein. Além disso, ela inaugura, neste mês, espaços das grifes Stella McCartney e Missoni em sua loja, a NK Store. Sem medo de se arriscar, mesmo sabendo que os produtos vendidos aqui custam quase o dobro, em razão das altas taxas de importação. "Hoje nosso maior concorrente é o avião", diz. É aí que, para contrabalançar, entra em ação outra especialidade brasileira: a cultura de oferecer serviços e mimos, como salas vips, copeiras, manobristas e vendedoras dispostas a ouvir problemas afetivos. O jeito brasileiro de fazer negócios se torna insuperável também por outra razão: a possibilidade de parcelamento das compras. Mesmo quem pode pagar à vista prefere dividir, o que as lojas fazem prontamente" Mais aqui , nesta reportagem da Veja. O resultado é o mesmo, não importa a classe social: se tem mais gente com dinheiro no bolso, a capila...

Mais dados sobre o mercado de luxo no Brasil

"Quem impulsiona o mercado do luxo no nosso país é um punhado de endinheirados, que, embora sejam poucos, concentram enorme riqueza. Segundo o IBGE, existem cerca de 1,1 milhao de famílias ricas no Brasil, com renda média mensal na faixa de R$ 22.500,00. Elas representam 2,4% dos nossos domicílios, mas concentram 1/3 da renda nacional. Nada menos que 73,5% desses domicílios ficam no Sudeste, sendo 58% no estado de Sao Paulo. É de olho nessa elite que as marcas exclusivas trabalham, com o objetivo de vender pouco, mas ganhar muito em cada transaçao " Leia mais aqui , na coluna do Marinho no Blue Bus. Realmente o mercado de luxo impressiona pela pujança no Brasil. Mas não se engane - para vender a este público, a principal competência é o atendimento. A experiência de compra, aqui, deve ser mandatoriamente boa, caso contrário é tiro no pé...

Vendedores de Luxo

Aqui uma matéria da Veja RJ sobre o perfil dos vendedores do mercado de luxo na Cidade Maravilhosa. Me chamou a atenção uma declaração da Diretora Comercial e de Marketing da Armani, que disse não adiantar ter um ótimo vendedor se ele não souber trabalhar em equipe "o estrelismo desune" ela afirmou de acordo com a reportagem. Pela própria natureza da atividade comercial, o vendedor é muito competitivo e quando é bem-ssucedido gosta de se exibir para obter reconhecimento. Só que quando alguém quer aparecer demais, ofusca os outros e é aí que começam os problemas de gestão de equipe comercial. Não existe receita de bolo, mas de uma forma geral, em todas as empresas onde trabalhei, sempre foi melhor ter uma equipe nivelada com bons vendedores do que uma equipe onde apenas um se destaca com bons resultados. Na sua experiência, o estrelismo desune? Por que? Como você gerencia a sua equipe para ter bons resultados de todos? De que forma você oferece reconhecimento aos destaques do...

A ponta da pirâmide

Como já falamos aqui sobre o crescimento das vendas voltadas ao consumidor de baixa renda, vamos ver o topo da pirâmide: aqui há um interessante estudo da revista Exame mapeando as empresas do setor, que fatura anualmente algo em torno de US$ 4 bilhões no Brasil. Resumidamente: O mercado de luxo passa por forte crescimento desde a abertura do mercado brasileiro; A principal forma de comunicação e relacionamento com os consumidores de luxo se dá através de eventos (devido ao reduzido número de pessoas que pode consumir luxo); A presença no varejo é majoriatariamente feita através de lojas próprias, focando no total controle das operações; Nota-se uma tendência de crescimento no canal de lojas multimarcas, porém as mesmas não são bem vistas devido à alta indaimplência e não comprometimento com as regras estabelecidas; O mercado de São Paulo é o que apresenta maior expansão no segmento, seguido por Minas Gerais e toda a região sul do Brasil; Definitivamente o mercado brasileiro ainda est...