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Mostrando postagens com o rótulo Direito do Consumidor

Exemplo de mau atendimento ao cliente

" Comprei alguns produtos nas Lojas Americanas que levavam uma etiqueta com o valor de R$ 12,99 em sua embalagem. Ao passar no caixa, a máquina registrou o valor de R$ 19,99. No entanto, eu só notei quando cheguei em minha casa. Voltei à loja para reclamar e fui informado pelo gerente que o valor não seria devolvido, pois essa prática não fazia parte da política da empresa, mas eu poderia ganhar o valor em bônus para trocar por outras mercadorias. Não concordei com essa situação e deixei claro que estou profundamente decepcionado com a solução que a loja me propôs. Não acho justo que eu não receba meu dinheiro de volta, uma vez que o erro foi da empresa" Para saber como esta história acabou, clique aqui , na coluna Advogado de Defesa do Jornal da Tarde. E por causa de R$ 7,00 a Lojas Americanas ganhou uma publicidade negativa que deve valer uns R$ 70.000,00... Atendimento ao cliente é mais que uma política da empresa - tem que ser um estilo de vida e trabalho de todos os func...

Cartão de crédito é a mesma coisa que pagamento à vista?

"A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) informa que a taxa de serviço das operadoras de cartão não pode ser motivo para o comerciante praticar diferenciação de preços, já que para colocar à disposição essa forma de pagamento o próprio estabelecimento assinou compromisso com a administradora de que irá cobrar o mesmo preço do pagamento à vista para uso do cartão. 'Venda no cartão é à vista, pois há quitação do valor e do compromisso do consumidor com o lojista', afirma Anastácio Ramos, vice-presidente da Abecs." Mais aqui, na coluna Advogado de Defesa do Jornal da Tarde. Ou seja, na briga entre varejistas e operadoras de cartão de crédito quem está pagando o pato é o consumidor. Será que, do ponto de vista de relacionamento com o cliente, esta é a melhor atitude a tomar? Para mim, com certeza não. O consumidor não quer saber dos problemas operacionais do varejista. A melhor estratégia sempre é premiar o cliente que traz mais renta...

Trocas de Natal

" O maior tormento de quem dá e recebe presentes após o Natal é possibilidade de ter trocar o que ganhou. E não se trata de preguiça: dá trabalho ir à loja, enfrentar novas filas e má vontade de balconistas. É nessa hora que o consumidor deve ficar atento para não ser prejudicados. Sabendo dos seus direitos, é possível se prevenir e se defender das surpresas desagradáveis . " Veja aqui como os consumidores se informam sobre os direitos de troca e prepare-se...
"...o consumidor que sofrer acidentes como os referidos [quedas em estabelecimentos comerciais] não deve se impressionar com a argumentação das empresas de que não deram causa ao evento ou que a queda ocorreu fora do estabelecimento, pois nenhuma das alegações tem sido aceita pelo Judiciário" Mais aqui . O pior pesadelo do fornecedor do varejo é quando seu stand ou promotor causa este tipo de acidente. Já vi empresas perderem mais de uma semana de vendas por impasses internos se ajudariam ou não o varejista com as despesas de um acidente deste tipo causado por seus "prepostos" nos PDVs... Você já vivenciou alguma experiência assim? Como conseguiu resolver o problema? Perdeu vendas?

Consumidor usa sapato três anos e reclama de defeito

Desde os tempos pré históricos do escambo existem desentendimentos entre vendedor e comprador, mas este caso é absurdo. Você acha que o cliente tem sempre razão? Como a sua empresa atende os problemas do consumidor? Será que a possibilidade de ações no Juizado Especial Cível, que não tem custos para o consumidor, tendem a aumentar este tipo de ação?